Suspeitos de matar homem no Monte Líbano em Dourados, morrem em confronto com a polícia


Dois homens suspeitos pelo assassinato de Kleiton Laureano Boveda, 35 anos, no bairro Monte Líbano, em Dourados, foram mortos em confronto com policiais militares, por volta de 1h30 da madrugada desta quinta-feira, dia 22.

Até o momento, somente um deles foi identificado como Luan Moreira Vieira, que teria vindo do Mato Grosso. A idade ainda não foi divulgada.

Os policiais estavam no local do crime que quando receberam informações de que os suspeitos pelo assassinato estariam em uma casa na rua Erno Oscar Koller, no bairro Sitiocas Campina Verde.

Eles foram até o local e durante uma tentativa de abordagem, foram baleados e levados ao Hospital da Vida, onde morreram.

Na residência foram apreendidas duas armas calibre 38 e um carregador de pistola 9 mm. Este pode pertencer à pistola que teria sido utilizada para executar Kleiton, mas a arma ainda não foi localizada.

O ASSASSINATO

O assassinado de Kleiton aconteceu por volta das 19h30 de quarta-feira, dia 21. Ele estava em casa com o enteado e a filha de 12 anos de idade, sendo que somente a menina estaria na frente da residência.

Nesse momento, dois homens teriam passado em uma moto e depois retornado. Um deles estaria com o celular na mão em gestos que davam a entender que estaria em uma chamada de vídeo.

Esse teria confirmando a identidade de Kleiton perguntando ‘é esse mesmo?’. Ao obter a resposta, o suspeito teria se virado para vítima e dito “então deita que você vai morrer”.

Logo em seguida, deu um primeiro disparo que teria acertado o braço esquerdo da vítima, sendo que a suspeita é de que ele pode primeiro ter tentado se defender levantando o braço. Ao cair no chão, foi atingido com mais dois tiros na cabeça.

A dupla fugiu em seguida e as polícias civil, militar e Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram ao local.

DISPUTA DE FACÇÕES

A suspeita é de que pode se tratar de uma guerra de facções pelo controle da venda de drogas na região em que Kleiton morava.

Ele estaria adquirindo entorpecentes para revenda com uma das organizações criminosas, sendo que a rival acusada pelo assassinato queria passar a ser fornecedora.

O caso continua em investigação. 

Crédito Dourados News