Pastor é expulso e agredido após falar da morte de 700 pessoas em vigília por Bolsonaro


O Pastor - coordenador da Frente Nacional dos Evangélicos no Brasil, foi agredido e expulso da vigília por Jair Bolsonaro, após criticar a condução do então presidente durante a pandemia de Covid-19.

O pastor durante a vigília, disse que Bolsonaro abriu 700 mil covas na pandemia e foi agredido por Bolsonaristas.

“Nós temos orado por justiça nesse país, nós temos orado para aqueles que abrem covas caiam nelas, não mortos, porque não é isso que a gente deseja. A gente deseja que sejam julgados e condenados pelo mal que fizeram, como o seu pai, que abriu 700 mil covas na pandemia”, disse ele a Flávio Bolsonaro.

O Pastor Ismael foi interrompido pelo ex-desembargador e advogado, Sebastião Coelho, que tirou o microfone da mão dele. Os apoiadores do ex-presidente, então, expulsaram o evangélico do local aos gritos, chutes e xingamentos.