Geovano Benites da silva, 26 anos, conhecido como “Buguinho”, morto em um confronto com equipes do Batalhão de Choque, na noite dessa quinta-feira (22), em Campo Grande, no Bairro Parque do Lageado, era suspeito de envolvimento na execução de João Paulo Albuquerque, de 28 anos.

João foi executado no dia 20 de junho no Itamaracá. Um rapaz de 27 anos ficou ferido durante a perseguição e execução de João. A vítima tinha várias passagens pela polícia. Roubo majorado, onde ele acabou fazendo uma família refém, porte de arma e lesão corporal dolosa.

Os policiais receberam a informação de que Geovane estava com um carro roubado do Rio de Janeiro e usava o veículo para o transporte de drogas. Quando os militares chegaram, Geovane fez disparos e aconteceu a troca de tiros. ‘Buguinho’ foi alvejado e morreu no hospital. 

Ele tinha passagens por tráfico de drogas, receptação, roubos, homicídio, porte ilegal de arma de fogo e violência doméstica.

Perseguição e execução de João
Os atiradores estavam em uma motocicleta, fugiram logo após o crime e não foram identificados. Do local, foram recolhidas cerca de 13 cápsulas. Dentro do carro estava uma arma, duas balaclavas. No interior do veículo, foram localizados três projéteis, além de um par de luvas de cor preta e dois aparelhos celulares — sendo um iPhone. O carro usado pelas vítimas não tinha restrição de furto ou roubo.

No lado do passageiro havia uma arma de fogo de calibre .9mm com um carregador contendo 13 munições intactas. Com João Paulo Albuquerque Lima foi encontrada, em sua cintura, uma arma de fogo de calibre .380 com um carregador, contendo 15 munições intactas, e no bolso esquerdo da frente de sua calça foi localizado outro carregador, contendo oito munições intactas de calibre .380.