Operadora ratifica ainda sua participação na Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero com ações em prol da inclusão de pessoas negras e combate ao racismo;
• Em pesquisa respondida por mais de 260 mil clientes da companhia, 45% afirmam já ter presenciado ou sofrido episódios de racismo no ambiente de trabalho.

No mês da Consciência Negra, a TIM quer amplificar a voz contra o racismo, promover a inclusão de pessoas negras no mercado de trabalho e envolver toda a sociedade em ações de conscientização e valorização da cultura negra. Por isso, até o fim de novembro, a operadora mantém uma ampla campanha em suas redes sociais e realiza iniciativas voltadas para o público interno e externo, como o lançamento do Guia Antirracista, o programa de indicação de pessoas negras para vagas na empresa e um slam, como são conhecidas as batalhas de poesias, apresentado pelo rapper Xamã.

O Guia Antirracista elenca as principais questões enfrentadas pela população negra no país, com orientações sobre racismo, representatividade, proporcionalidade e equidade. A ação de conscientização se soma ao Teclado Consciente TIM, que completa seu primeiro ano com mais 30 mil downloads. O aplicativo, disponível gratuitamente para clientes de qualquer operadora com smartphones iOS e Android, alerta sobre o uso de expressões racistas, LGBTI+fóbicas, machistas, capacitistas e etaristas. A ferramenta fica visível somente quando o usuário digita seus textos em redes sociais ou aplicativos de comunicação, por exemplo, e destaca as expressões inadequadas. Ao clicar em cima delas, explica por que são consideradas discriminatórias e oferece opções para substituição.

A TIM oficializa ainda sua entrada na Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero, que reúne cerca de 100 companhias brasileiras para troca de experiências e estimula políticas públicas e práticas corporativas em prol da inclusão e diversidade nas organizações. A operadora quer ter, no mínimo, 40% de pessoas negras em seu quadro profissional até 2023 e, para isso, realiza ações como o atual programa que incentiva colaboradores(as) a indicar esse público para vagas na empresa. Outro destaque é o Programa de Estágio, que já está na segunda edição com metade das vagas destinadas a universitários(as) negros(as). No ano passado, a TIM superou a meta estipulada: 64% dos(as) estudantes contratados(as) eram pessoas negras.

Ações como essas são essenciais em uma sociedade onde o racismo ainda é muito presente. Para contextualizar suas iniciativas, a TIM realizou uma pesquisa por meio da sua plataforma TIM Ads, com a participação de mais de 260 mil clientes. Os números comprovam que o caminho ainda é longo: 45% das pessoas que responderam contam já terem sofrido ou presenciado um episódio de racismo no trabalho. Dentre as que se autodeclararam negras ou pardas, 55% relatam já terem perdido ou conhecido alguém que perdeu uma oportunidade de emprego por conta de sua raça. Apenas 24% do total de respondentes consideram o seu ambiente de trabalho inclusivo e 57% acreditam que o racismo está aumentando ou permanece igual no Brasil.

Batalha de poesias
A campanha da TIM nas redes sociais terá como mote “imagine que é possível amplificar a voz contra o racismo” e usará o slam, que é a batalha de poesias, para reforçar o engajamento de toda a sociedade no combate ao racismo.

Funcionando como uma competição de poesia falada que traz questões da atualidade para debate, o slam aposta no conteúdo e na performance do poeta, que usa voz e corpo, para emocionar e envolver a audiência. Na versão promovida pela TIM, o anfitrião será o rapper Xamã e apenas artistas negros participam. Estão confirmados Major RD, Carol Dall Farra, Afrodite, Cesar MC e Luz Ribeiro, que apresentarão, no Instagram e Facebook da operadora, poemas sobre a realidade negra nas periferias. Os influenciadores Spartakus e Gabriela Loran divulgam a ação em suas redes.

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