Apesar da entrega de títulos definitivos de posse de terras a 307 famílias do Assentamento Santa Mônica na sexta-feira (14), a reforma agrária em Mato Grosso do Sul segue estagnada desde 2013. De lá para cá, um único assentamento foi “criado” no Estado, mas nenhuma nova família foi beneficiada.

Consta nos relatórios do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) a fundação do Assentamento Tamarineiro II Norte em fevereiro de 2020. Porém, a área nasceu do desmembramento do Tamarineiro II, localizado em Corumbá e criado em 1995, na administração do então presidente Fernando Henrique Cardoso.

Com a cisão, ficaram 243 famílias no Tamarineiro II Sul e outras 76 no Tamarineiro II Norte. Somados, os dois assentamentos têm 10,5 mil hectares.

O último assentamento de fato criado em Mato Grosso do Sul foi o Nazareth, em Sidrolândia. Fundado em 2013, no governo da então presidente Dilma Rousseff, o projeto contempla 171 famílias.

Apesar da entrega de títulos definitivos de posse de terras a 307 famílias do Assentamento Santa Mônica na sexta-feira (14), a reforma agrária em Mato Grosso do Sul segue estagnada desde 2013. De lá para cá, um único assentamento foi “criado” no Estado, mas nenhuma nova família foi beneficiada.

Consta nos relatórios do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) a fundação do Assentamento Tamarineiro II Norte em fevereiro de 2020. Porém, a área nasceu do desmembramento do Tamarineiro II, localizado em Corumbá e criado em 1995, na administração do então presidente Fernando Henrique Cardoso.

Com a cisão, ficaram 243 famílias no Tamarineiro II Sul e outras 76 no Tamarineiro II Norte. Somados, os dois assentamentos têm 10,5 mil hectares.

O último assentamento de fato criado em Mato Grosso do Sul foi o Nazareth, em Sidrolândia. Fundado em 2013, no governo da então presidente Dilma Rousseff, o projeto contempla 171 famílias.