De fevereiro a março de 2021, o número de inadimplentes no Brasil passou de 61,56 milhões para 62,56 milhões de pessoas, o que pode ser um reflexo do impacto da pandemia na economia. Além do recrudescimento dos casos de covid-19 neste período, quando o país bateu recordes de mortes, a população de baixa renda ficou sem o auxílio emergencial, que só foi retomado em abril.

Com débitos de, em média, R$ 3.903,73, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Paraná são os que registram o maior número de negativados.