Da mesma forma que as associações comercias, Campo Grande, Amambai, outras entidades preparam as documentações para pedir a suspensão do decreto em vigor.

No pedido, as associações vão alegar  que além de praticamente revogar, o decreto anterior que tinha a mesma finalidade, o novo documento restringe de forma ainda mais rigorosa invadindo, inclusive, a competência legislativa municipal, afetando e interferindo no funcionamento do comércio local.

Todas vão afirmar ainda que seria necessária a aprovação das medidas pela Assembleia Legislativa e sustenta que não há laudo técnico sobre a situação atual da covid-19 de cada município do Estado,  por isso contraria a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que impede medidas de restrição homogêneas sem levar em consideração as particularidades de cada cidade.

Outro argumento  do comércio é que a redução do horário de funcionamento não é eficaz, 'uma vez que os consumidores terão que se aglomerar em uma janela menor de tempo para realizarem suas atividades'.

As associações comerciais da região do Vale do Ivinhema, entrara com uma ação em conjunto,  e outras individuais. 

Segundo presidente da ACIIV de Ivinhema disse que o governo tem que combater as festas clandestinas, rodinhas de terere e narguilé, são elas que estão causando o aumento da doença, e que o local mais seguro é dentro dos comércio.  Estamos a um ano fazendo tudo que pediram, e gostaríamos que nossos governantes parasse de perseguir os comerciantes, pois são eles que geram empregos e receitas para crescimento da economia, nosso inimigo é o vírus, e juntos podemos continuar combatendo esse inimigo invisível.